Flavio DedeABel
Republicanos, uni-vos
sábado, 31 de dezembro de 2011
Turismo da Maconha, na Holanda
Holanda vetará venda de maconha a turista
Províncias no sul do país devem vender droga só a holandeses a partir de amanhã; em Amsterdã, proibição ficará para 2013
Decisão foi tomada em maio pelo governo conservador holandês, mas implantação sofre adiamento constante
Províncias no sul do país devem vender droga só a holandeses a partir de amanhã; em Amsterdã, proibição ficará para 2013
Decisão foi tomada em maio pelo governo conservador holandês, mas implantação sofre adiamento constante
domingo, 25 de dezembro de 2011
TUITADAS IMPERTINENTES
FRAGA, à TIRIRICA, que pediu conselhos: "mire-se no estilo do Jorge Amado, de Graciliano Ramos, que tiveram cargos políticos e usavam calças de linho cintura alta". "Ele queria saber o que vestir. Falei pra prestar atenção no estilo do Jorge Amado, de Graciliano Ramos,..."
Fraga, o pensador
O estilista Ronaldo Fraga diz que a elite é ignorante, conta que já deu conselhos a Tiririca e repete: 'A moda acabou'
FRASES, na FolhaSP
"No Brasil, quando você vê que não pode ter uma elite pior, vem uma mais ignorante"
"Não tem Armani q salve uma figura. Sou por Vivienne Westood [estilista inglesa] que diz, "roupa sempre fica bonita no corpo de quem é ético."
"Temos algo valioso, a mestiçagem, mas mestiço no Brasil é quase pecado. É pior que ser negro. Mestiço é cara de pobre. Eu sou mestiço."
TUITADAS IMPERTINENTES
FRAGA, à TIRIRICA, que pediu conselhos: "mire-se no estilo do Jorge Amado, de Graciliano Ramos, que tiveram cargos políticos e usavam calças de linho cintura alta". "Ele queria saber o que vestir. Falei pra prestar atenção no estilo do Jorge Amado, de Graciliano Ramos,..."
Fraga, o pensador
O estilista Ronaldo Fraga diz que a elite é ignorante, conta que já deu conselhos a Tiririca e repete: 'A moda acabou'
FRASES, na FolhaSP
"No Brasil, quando você vê que não pode ter uma elite pior, vem uma mais ignorante"
"Não tem Armani q salve uma figura. Sou por Vivienne Westood [estilista inglesa] que diz, "roupa sempre fica bonita no corpo de quem é ético."
"Temos algo valioso, a mestiçagem, mas mestiço no Brasil é quase pecado. É pior que ser negro. Mestiço é cara de pobre. Eu sou mestiço."
Fraga, o pensador
O estilista Ronaldo Fraga diz que a elite é ignorante, conta que já deu conselhos a Tiririca e repete: 'A moda acabou'
FRASES, na FolhaSP
"No Brasil, quando você vê que não pode ter uma elite pior, vem uma mais ignorante"
"Não tem Armani q salve uma figura. Sou por Vivienne Westood [estilista inglesa] que diz, "roupa sempre fica bonita no corpo de quem é ético."
"Temos algo valioso, a mestiçagem, mas mestiço no Brasil é quase pecado. É pior que ser negro. Mestiço é cara de pobre. Eu sou mestiço."
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Tuitadas
Consumidor deve ter cautela na hora de escolher um imóvel para comprar #Dicas http://t.co/j2mxYc18
SustentaHabilidade: http://t.co/1jpmmWE1 Alunos participam de concurso de educação ambiental. Inscrições até 20/12
Caixa Econômica Federal abre concurso para médico do trabalho http://t.co/8BT2HBlc
Democratas dos EUA cogitam desistir de sobretaxar milionários http://t.co/uhFCF4rC
Matéria do @orafaduarte no NJ s/ o jovem curraisnovense Adolf Hitler me faz lembrar G. Rosa: "Que é que é um nome? Nome não dá: nome recebe"
SustentaHabilidade: http://t.co/1jpmmWE1 Alunos participam de concurso de educação ambiental. Inscrições até 20/12
Caixa Econômica Federal abre concurso para médico do trabalho http://t.co/8BT2HBlc
Democratas dos EUA cogitam desistir de sobretaxar milionários http://t.co/uhFCF4rC
Matéria do @orafaduarte no NJ s/ o jovem curraisnovense Adolf Hitler me faz lembrar G. Rosa: "Que é que é um nome? Nome não dá: nome recebe"
Orçamento do Juiciario
Débora Zampier
Brasília - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, determinou que o Congresso Nacional aprecie a proposta de orçamento do Judiciário de 2012, encaminhada originalmente pelo STF ao Executivo. A decisão é relativa a um mandado de segurança de autoria do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário e do Ministério Público da União do Distrito Federal (Sindjus-DF).
Em meados deste ano, o STF enviou ao Executivo a proposta que previa aumento para juízes e servidores. Ao repassar o projeto ao Legislativo, o governo cortou os reajustes, o que provocou reações no Judiciário, sob alegação que a proposta deveria ser repassada ao Congresso Nacional tal como chegou ao Executivo, em respeito à legislação em vigor e ao princípio de separação dos Poderes.
A reação causou efeito e, no dia seguinte, o Executivo encaminhou uma mensagem ao Legislativo com a proposta do STF anexa. Porém, a mensagem assinada pela presidenta Dilma Rousseff alertava que o reajuste de R$ 7,7 bilhões era temerário no atual cenário de crise global. Desde então, representantes dos juízes e servidores negociam o aumento diretamente com os parlamentares, sem o apoio do governo.
Em sua decisão, Fux determina que as mesas do Congresso Nacional apreciem a proposta de orçamento do Judiciário, "oficialmente elaborada", como parte integrante do Projeto de Lei Orçamentária para 2012.
Os servidores, que pedem reajuste de 56%, não têm aumento desde 2006. A defasagem salarial é o motivo da greve que atinge órgãos judiciais de várias unidades da Federação. Já os juízes não têm aumento desde 2009 e querem reajuste de cerca de 15%.
0 pessoas comentaram a notícia "STF determina que Congresso aprecie proposta original de orçamento do Judiciário"
Brasília - O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, determinou que o Congresso Nacional aprecie a proposta de orçamento do Judiciário de 2012, encaminhada originalmente pelo STF ao Executivo. A decisão é relativa a um mandado de segurança de autoria do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário e do Ministério Público da União do Distrito Federal (Sindjus-DF).
Em meados deste ano, o STF enviou ao Executivo a proposta que previa aumento para juízes e servidores. Ao repassar o projeto ao Legislativo, o governo cortou os reajustes, o que provocou reações no Judiciário, sob alegação que a proposta deveria ser repassada ao Congresso Nacional tal como chegou ao Executivo, em respeito à legislação em vigor e ao princípio de separação dos Poderes.
A reação causou efeito e, no dia seguinte, o Executivo encaminhou uma mensagem ao Legislativo com a proposta do STF anexa. Porém, a mensagem assinada pela presidenta Dilma Rousseff alertava que o reajuste de R$ 7,7 bilhões era temerário no atual cenário de crise global. Desde então, representantes dos juízes e servidores negociam o aumento diretamente com os parlamentares, sem o apoio do governo.
Em sua decisão, Fux determina que as mesas do Congresso Nacional apreciem a proposta de orçamento do Judiciário, "oficialmente elaborada", como parte integrante do Projeto de Lei Orçamentária para 2012.
Os servidores, que pedem reajuste de 56%, não têm aumento desde 2006. A defasagem salarial é o motivo da greve que atinge órgãos judiciais de várias unidades da Federação. Já os juízes não têm aumento desde 2009 e querem reajuste de cerca de 15%.
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sábado, 3 de dezembro de 2011
FERNANDO RODRIGUES
FERNANDO RODRIGUES
Pragmatismo
BRASÍLIA - Depois de algum tempo observando a olho nu a política na capital da República, acho que será pequeno o dano de imagem para a presidente Dilma Rousseff por causa do imbróglio envolvendo o curioso e encrencado ministro do Trabalho, Carlos Lupi.
A economia vai embananar em 2012, mas agora o efeito no bolso dos consumidores é pouco sentido. O fim de ano amolece as percepções. É raro haver gente interessada em "mais um ministro acusado de corrupção". Nas TVs, disse-me um "talking
head" ilustre, a audiência dos noticiários despenca quando entra um assunto "de Brasília". Na balança do imaginário popular, Dilma ainda é a presidente durona que está tentando se livrar do entulho podre da política (sic).
É óbvio que essa imagem propalada não tem relação integral com a realidade. Foi apenas a que grudou na petista. Para sorte dela.
O fato de Dilma ter desdenhado da Comissão de Ética Pública ao não demitir Carlos Lupi só é grave para quem tem interesse em acompanhar os fatos diários da política.
Nesse contexto, a decisão de empurrar a demissão com a barriga o quanto for possível é apenas pragmatismo em estado puro. Dilma calcula a relação custo-benefício.
Se demitisse Lupi logo após a recomendação da Comissão de Ética, ganharia mais um ponto no quesito "eu não tolero malfeitos". Um ganho pequeno. Ela está superavitária nessa área. Já o custo seria alto. Ficaria para sempre refém de uma instância de escalão inferior (a comissão). Teria de passar algumas semanas consolando o PDT, partido do atual ministro do Trabalho. E perderia margem de manobra na minirreforma ministerial de 2012.
Lupi, é claro, é um zumbi na Esplanada. Pode acabar saindo até semana que vem. Não importa mais o desfecho. De relevante, fica a adoção "con gusto" do pragmatismo político por Dilma Rousseff.
Pragmatismo
BRASÍLIA - Depois de algum tempo observando a olho nu a política na capital da República, acho que será pequeno o dano de imagem para a presidente Dilma Rousseff por causa do imbróglio envolvendo o curioso e encrencado ministro do Trabalho, Carlos Lupi.
A economia vai embananar em 2012, mas agora o efeito no bolso dos consumidores é pouco sentido. O fim de ano amolece as percepções. É raro haver gente interessada em "mais um ministro acusado de corrupção". Nas TVs, disse-me um "talking
head" ilustre, a audiência dos noticiários despenca quando entra um assunto "de Brasília". Na balança do imaginário popular, Dilma ainda é a presidente durona que está tentando se livrar do entulho podre da política (sic).
É óbvio que essa imagem propalada não tem relação integral com a realidade. Foi apenas a que grudou na petista. Para sorte dela.
O fato de Dilma ter desdenhado da Comissão de Ética Pública ao não demitir Carlos Lupi só é grave para quem tem interesse em acompanhar os fatos diários da política.
Nesse contexto, a decisão de empurrar a demissão com a barriga o quanto for possível é apenas pragmatismo em estado puro. Dilma calcula a relação custo-benefício.
Se demitisse Lupi logo após a recomendação da Comissão de Ética, ganharia mais um ponto no quesito "eu não tolero malfeitos". Um ganho pequeno. Ela está superavitária nessa área. Já o custo seria alto. Ficaria para sempre refém de uma instância de escalão inferior (a comissão). Teria de passar algumas semanas consolando o PDT, partido do atual ministro do Trabalho. E perderia margem de manobra na minirreforma ministerial de 2012.
Lupi, é claro, é um zumbi na Esplanada. Pode acabar saindo até semana que vem. Não importa mais o desfecho. De relevante, fica a adoção "con gusto" do pragmatismo político por Dilma Rousseff.
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